A Rosa

 

 

Certa vez, um homem plantou uma roseira e passou a regá-la constantemente.

 

Assim que ela soltou seu primeiro botão que em breve desabrocharia, o homem notou espinhos sobre o talo e pensou consigo mesmo:

 

¾  “Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos?”.

 

 

Entristecido com o fato, ele desistiu de regar a roseira e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, a rosa morreu.

 

Isso acontece com muitos de nós com relação à nossa semeadura.

 

Plantamos um sonho e, quando as primeiras dificuldades surgem, abandonamos a lavoura.

 

Desejamos colher flores perfumadas, mas quando percebemos os desafios que se apresentam, logo desistimos; e em geral passamos a culpar alguém ou alguma coisa.

 

Não é isso que ocorre na sua vida? Pense se você não está neste momento culpando o seu chefe, as “políticas erradas” da sua empresa, os governantes, a conjuntura econômica, ou até mesmo “a vida que não foi grata a você”...

 

Ao invés de acharmos “culpados”, o importante é que tenhamos sempre em mente que, se desejamos colher flores, temos antes que preparar o solo, selecionar cuidadosamente as sementes, plantá-las e regá-las sistematicamente. Teremos também que enfrentar os espinhos, mas só assim chegaremos à boa colheita!

 

 

Há pessoas que, como o homem que permitiu com que a rosa morresse, deixam seus sonhos agonizarem ou diminuem de tamanho. Vão então se contentando com menos, na esperança de não sofrerem muito.

 

Por outro lado, aqueles que estabelecem um objetivo claro e investem esforços para concretizá-lo, com disposição e persistência e sempre procurando novas formas e maneiras de superar os espinhos que aparecem...

 

...são os que colherão muitas flores na vida!

 

Pois na verdade, não há outro caminho para a boa colheita.

 

 

Assim como a roseira, nós somos chamados por Deus para produzirmos flores. Não importam os espinhos ou as condições do terreno,

mas sim a nossa perseverança em florescer ali.

 

E se porventura formos momentaneamente vencidos,

não nos desanimaremos!

 

 Assim como uma rosa pode murchar,

lançaremos novos ramos

e continuaremos vivendo,

e florescendo!

 

 

 

 

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