O Tropeço
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“Respondeu-lhe
Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua
alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro
mandamento. O segundo,
semelhante a
este, é: Amarás o teu próximo como a ti
mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22:37-40). Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, também
chamada de “PARAOLIMPÍADAS”, 9 participantes, todos com deficiência mental ou
física, alinharam-se para a largada da corrida dos cem metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com
vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, exceto um garoto, que tropeçou no piso, caiu rolando e
começou a chorar. Os outros 8 ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para
trás. Viram o garoto no chão, pararam e voltaram. Todos eles! Uma das meninas, com síndrome de Down,
ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: ¾ “Pronto,
agora vai sarar”. E todos os 9 competidores deram os braços e andaram juntos até
a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e não tinha um único par de olhos
secos. Os aplausos duraram longos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, repetem essa
história até hoje. Por quê? Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida,
mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso
signifique diminuir o passo e mudar de curso. QUE CADA UM DE NÓS POSSA SER CAPAZ DE
DIMINUIR O PASSO OU MUDAR DE CURSO
PARA AJUDAR ALGUÉM QUE,
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