Um pouco de empreendedorismo na administração pública – Parte I.


Ao se estudar o Empreendedorismo podemos nos concentrar no processo empreendedor, nas características do comportamento empreendedor ou nas variáveis que influenciam o comportamento empreendedor.

Em síntese, de acordo com os estudos teóricos e empíricos recentes, as variáveis que mais influenciam o comportamento empreendedor são de natureza individuais, tais como fatores psicológicos e de personalidade, fatores de situação de vida e motivações pessoais; de natureza interpessoal ou grupal, tais como informações fornecidas por terceiros, relações com co-fundadores, clientes; e contexto social em que o empreendedor opera, tais como políticas governamentais, tecnologia, condições econômicas, etc. Há abordagens do empreendedorismo baseadas na Economia, Psicologia, Administração e Sociologia. O estudo do empreendedorismo na área de Administração engloba as diversas nuanças referentes à empreendimento e ao empreendedor.

Uma definição mais atual do conceito de empreendedorismo é descrita por Dornelas, afirmando que o empreendedorismo é o conjunto de processos e pessoas que transforma ideias em oportunidades. De origem francesa o termo “entrepreneur” significa alguém que “empreende” um projeto ou uma atividade significativa. Muitos autores definem o empreendedor como indivíduo que inova e aproveita oportunidades de negócios; como um indivíduo que congrega um conjunto de habilidades essenciais ao desenvolvimento de um negócio; como um indivíduo com desejo de independência capaz de se motivar a criar sua própria empresa; como alguém que pratica um sonho e tenta transformá-lo em realidade; como indivíduos mais arrojados que estimulavam o progresso econômico ao descobrirem novas e melhores formas de fazer as coisas.

Peter Drucker não considera o Empreendedorismo como um traço de personalidade, para ele empreendedorismo é um comportamento diante de uma situação, sendo assim, pode-se encontrar empreendedores nas mais diversas áreas. Empreendedores, sejam eles de uma empresa, uma organização de serviço público, uma organização sem-fins-lucrativos, fazem praticamente as mesmas coisas, se utilizam de praticamente os mesmos instrumentos, e enfrentam praticamente os mesmos problemas. Partindo dessa premissa podemos considerar que possuir ou desenvolver as características do comportamento empreendedor podem ajudar os administradores públicos a prosperar em suas gestões. A revisão de planos levando em conta os resultados obtidos; a persistência diante de obstáculos; busca constantemente oportunidades; iniciativa; busca de maneiras de fazer as coisas melhor, mais rápido ou mais barato como uma das formas de exigir qualidade e eficiência; busca de informações dos cidadãos e da sociedade; estabelecimento de metas e objetivos; planejamento e monitoramento constantemente e não menos importante o comprometimento com os resultados institucionais são exemplos de comportamentos empreendedores que podem fazer muita diferença na gestão pública.

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